// SUPER MENÇÃO HONROSA Golpe no Iguaçu, de Adriano Del Duca, de Curitiba/Brasil, por retomar artifícios do cinema dos tempos da Ditadura para escancarar, com humor, o tempo presente da violência policial, da imprensa conivente e de um governador repressor e irresponsável. // SUPER PRÊMIO TÉCNICO Olhar Espelhar, de Mateus Almeida da Silva, de São Paulo/Brasil, pela precisão entre a proposta imagética e a paisagem sonora executada ao vivo de forma coletiva e performática, extrapolando a questão técnica e alcançando um resultado expressivo e imersivo. coque huawei // SUPER PRÊMIO ARTÍSTICO Run, de Maxime Michel, da França, pela sutileza dos gestos que revela a força do filme, que nos apresenta um delicado trabalho com os corpos, as cores, a imagem. // SUPER PRÊMIO SURPRESA (SUPER PERSONAGEM) O Sequestro dos Bebês de CrazyMary, de Leandro Franco, de São Paulo/Brasil, pois entre aquele que filma e aquele que é filmado, os dois estão expostos mesmo quando só um deles esteja presente na imagem. custodia samsung s8 O realizador tem o mérito de se apropriar do universo, mas é o super personagem que transborda nessa obra. coque huawei // SUPER FILME – TOMADA ÚNICA Bárbara na Cidade, de Jessica Candal, de Curitiba/Brasil, por tratar da potência da representação artística, num belo par de imagem e performance, som e silêncio. // SUPER FILME – JÚRI POPULAR Meu Marido é um Porco, que Delícia!, de Eduardo Ruchinhaca, de Curitiba/Brasil. // SUPER FILME – DO FESTIVAL Arco da Velha, de Tânia Dinis, Portugal, pelas palavras, que são muitas, mas ditas com a mesma poesia que nos alcançam as imagens. Tudo abre e convida o espectador para viajar junto, neste trajeto de pequenos gestos e apenas um corte, que nos atravessa. bijoux pas cher iphone cover original //